De inutilidade a beleza está repleta! E se a beleza é bela ou não, não pretendo novamente discutir. E já que considero esse tipo de discussão, por ora, inútil, me reservo o direito de apenas divagar... Porque ter direitos é belo, certo? Belo também seria esse texto ser feito sem nenhum objetivo, sem valer pontos! E vai ter aquele que irá dizer: “isso não seria belo e sim, bom!” E passaremos horas discutindo a diferença entre belo e bom. No final, será tudo meio feio e ruim já que não passará de uma discussão. De vozes e opiniões soltas, de ouvidos desatentos e de uma certa má vontade pra tantos conceitos!
E seja o belo uma idéia ou realidade, um produto de emoções vividas e/ou esperadas, um cheiro, um quadro, uma lembrança, uma palavra ou um amigo... Que ele seja seu! O seu inteiramente pessoal e subjetivo. Sem maiores explicações ou conceitos. Aí, pode se perguntar: e se manipularem o belo? Digo: se iluda então! Se embriague nesse suposto belo. Acredite nessa ilusão! Nessa falta de beleza ou beleza falsa! Não procure por conceitos! Não tenha pré-conceitos!
Sinta, ouça, use, vista, admire o que te agrada. Encontre o belo no que tiver vontade! Seja ele imposto ou não! Que seja em uma marca, em um lugar, em um encontro... Não vão ser algumas horas-aula ou algumas palavras escritas (sabe se lá por quem!) que abrirão meus olhos. Acho belo olhos fechados, na sua ignorância e sua paz.